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 My All - Cap 5 [A operação]

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AutorMensagem
Jasmin
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MensagemAssunto: My All - Cap 5 [A operação]   Dom Dez 14, 2008 8:16 am

Título:My All
Fandom:Tokio Hotel
Tipo:Por Capítulos
Gênero(s):Mary-Sue, Romance, Drama
Pairing(s):Bill/PFO/Tom
Classificação:PG-13 (poderá eventualmente ser PG-17)
Avisos:Por enquanto nada a assinalar, se algo se alterar eu avisarei.
Sumário:Mais um concerto para a banda, mais um concerto para os fãs, mas a voz de Bill teima em ficar presa na sua garganta por culpa de um problema de saúde, alguém surge cantando por ele... Mas o que acontece se esse alguém desperta algo em Tom?
Disclaimer:Os Tokio Hotel não me pertencem, se bem que vou continuar a sonhar que sim, LOL, o mesmo acontece com personagens de nome Saki, Tobi, Dunja, David Jost e Simone, contudo a Rose e por breves momentos a Joana são todas minhas, ok?

Espero que gostem.
Estejam mais que à vontade para criticar, os primeiros capítulos podem estar com um pouco de menos qualidade, mas acho que melhoro um pouco com o tempo.

Trailler



CAPÍTULO 1 - Rescue Me



Era tudo inacreditável, tudo um sonho, e continuará a ser, os últimos cinco dias da vida de uma jovem de 19 anos tinham sido irreais.
Tudo tinha começado num momento á partida marcante para ela, era normal a excitação e a felicidade de ver a sua banda favorita ao vivo, num concerto de grandes dimensões, 18 mil pessoas, num pavilhão a gritar em uníssono TOKIO HOTEL, a banda sensação da actualidade, movia multidões de jovens e adolescentes, e tinha chegado a Portugal. Quatro rapazes que levavam a multidão ao êxtase, entre eles dois gémeos, Bill e Tom Kaulitz, e o baixista Georg Listing e o baterista Gustav Schäfer.
A jovem em questão estava á porta do pavilhão, com as colegas, eram das primeiras da fila, porque esperavam nesse momento entrar para desfrutar dos seus maravilhosos passes para o backstage. Ainda não estavam realmente cientes daquilo que se ia passar a seguir, iam mesmo estar com os seus ídolos.
Entraram sob os olhares sorridentes, mas ao mesmo tempo tristes dos já milhares de fans presentes á porta. Foram encaminhadas para uma sala algures no interior do pavilhão, depois de percorrer uns quantos corredores, frios e longos, foi-lhes dito que tinham de esperar.
Estavam na sala á quase uma hora, não tinham recebido qualquer informação e não entendiam o que se passava, para tanto tempo de espera. Rose olhava vagamente para a porta, nervosamente esperando ver um dos membros da banda entrar por ela, nesse momento a sua colega Joana falou:
- O pah preciso mesmo de ir á casa de banho.
- Agora?
- Pois, estou aqui a morrer…
- Mas… e se eles aparecem…?
- Eu sei, é isso que me preocupa! Se perco este meet and greet por ter ido á casa de banho dá-me um ataque…! - Riram-se as duas. - Mas não aguento mesmo.
- Espera, vou falar com aquela senhora, ok? Aguenta-te…LOL
- Ya, vai obrigada!
A rapariga morena, levantou-se e dirigiu-se a uma senhora que os tinha acompanhado até àquela sala, minutos antes, entretanto ela tinha entrado e saído várias vezes.
- Olhe, desculpe, será que a minha colega pode ir ao WC, é que estamos aqui á imenso tempo e ela já se sente mal…
- Er… pois, deixa-me pensar, er… ok… venham.
A Rose foi imediatamente chamar a Joana, as duas seguiram a mulher, parecia ter descendência estrangeira, provavelmente alemã, tinha algum sotaque e era incrivelmente loira. Percorreram novamente um longo caminho, sem conseguir decorar o trajecto de volta. Quando finalmente pararam, havia duas portas á sua frente, a mulher apontou para a porta da casa de banho feminina, nesse momento ou som estranho veio do aparelho que ela tinha preso á cintura, um walki-talkie, ela pegou-lhe e carregou num botão, as duas raparigas ficaram estáticas a ouvi-la falar alemão fluente, rapidamente respondeu e olhou para elas:
- Eu tenho de ir, voltem exactamente pelo mesmo sítio de onde vieram. Nem sonhem aventurar-se pelos corredores, a equipa de segurança não será simpática se vos apanhar, e acreditem nada lhes escapa.
As duas raparigas entreolharam-se.
E abanaram afirmativamente com a cabeça.
Contudo, não faziam ideia por onde voltar, iriam demorar uma eternidade até encontrar o caminho, mas a mulher já lhes tinha virado as costas e desaparecera no fim do corredor, virando á direita.
Acabaram por entrar no WC.
- Boa! Não há papel!
- LOOOOOOL – Disse a Rose. – Tenta outra.
- ahhh que raiva, e pa piorar isto está um silêncio assustador, nem parece que estão milhares lá fora. – Dizia a Joana, olhando em cada cabine. – Canta qualquer coisa, Rose.
A Rose fez um ar de espanto, achou piada que a Joana lhe pedisse, a verdade é que o nervoso do concerto e vontade de ir á casa de banho não eram uma boa mistura, mas já que ela pedia.
- Ok. – Disse a Rose. – This used to be our secret…
- Encontrei!
- hein?
- Nada, nada…continua…
- Lol, ok. Now I’m hiding in here alone…
Can’t help but read our names on the wall…


Momentos antes…
Ele estava sentado, rodeado de pessoas a falar apressadamente em mais de que uma língua, os seus amigos á sua volta, e ele a entrar em pânico, ninguém parecia querer ouvir o que ele tinha a dizer, e ninguém parecia entender a gravidade da situação. Apenas aquela pessoa o olhava e compreendia o medo que ele ostentava nos olhos. Bill com dores horríveis na garganta tentava a todo custo falar:
- Eu estou sem voz… dói, Tom, dói… – Tentava ele explicar, com a sua mão na garganta, a expressão do seu irmão era exactamente a mesma que a sua, pânico, medo, preocupação, mas mesmo assim, quem os rodeava, não parecia perceber. Bill, era vocalista da banda Tokio Hotel, e nesse momento algo de sério estava a acontecer com ele, pois não conseguia produzir nenhum som, sem sentir dores terríveis.
Aquela quantidade enorme de gente a discutir por todos os lados, estava a dar-lhe vontade de mandar um berro ali no meio e por fim àquela confusão.
“Será que ninguém se dá conta que temos de fazer algo?”
“Há fans lá fora!” Eram as primeiras coisas que lhe vinham á cabeça, isso e o facto de ter um medo infinito de não conseguir mais cantar.
Estava quase a rebentar, queria fazer-se ouvir, mas doía-lhe tanto. Levantou-se, o irmão tentou pará-lo:
- WC. – Disse, esforçando o menos possível.
Tom deixou-o ir, estava tão preocupado

Saiu da sala, ninguém o impediu. Tirou a toalha á volta do pescoço, só lhe fazia calor e não diminuía a dor. Caminhou pelos corredores, ao fim de um deles, viu uma sala, a porta estava aberta, olhou lá para dentro, várias jovens conversavam. Afastou-se rapidamente.
“O meet and greet!”
Ninguém se tinha lembrado daquelas fans! Tinha vontade de espancar quem quer que fosse do staff e aparecesse á frente dele! Mas a verdade é que também não podia ir lá e falar com elas. Não conseguia dizer nada e não estava em condições de dizer nada com pés e cabeça.
Andou mais um pouco, sabia que havia ali uma casa de banho, tinha lá estado horas antes.
Encontrou-a.
Encaminhou-se para a porta, mas algo estranho aconteceu.


Última edição por Jasmin em Sab Jan 03, 2009 2:20 pm, editado 5 vez(es)
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Maggie Black
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MensagemAssunto: Re: My All - Cap 5 [A operação]   Dom Dez 14, 2008 9:03 am

Gostei do primeiro capítulo e fico à espera de mais ^^

beijos Maggie Black
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Jasmin
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MensagemAssunto: Re: My All - Cap 5 [A operação]   Dom Dez 14, 2008 9:10 am

Maggie Black escreveu:
Gostei do primeiro capítulo e fico à espera de mais ^^

beijos Maggie Black
Ai que bom... fico mesmo feliz!!!
Acho que posso ser fofa e postar já mais um...
Que me dizes?
Aqui vai... =D
___________________________________________________________



CAPITULO 2 - By your side


Ouviu uma voz, uma voz vinda da outra porta, era feminina, doce e suave… e o mais interessante da situação é que cantava algo que ele conhecia muito bem.

Can’t help but read our names on the wall
And wash them of the stone

Parou com a mão na maçaneta da porta, apesar das dores que sentia nesse momento, a voz dela era tão encantadora que por instantes essa dor parecia dissolver-se nas palavras que ondulavam na voz dela, cada vez mais perto.
A mão do Bill já se encontrava na outra maçaneta, na porta do WC feminino, muito devagar abriu a porta, não querendo fazer barulho, olhou lá para dentro e viu-a. Morena, de cabelos quase tão negros como os seus, encaracolados, com pequenos e elegantes cachos nas pontas, estava a andar para a frente de costas para ele, dando pequenos passos á medida que cantava e parecia á espera de algo.

I trusted you in every way
But not enough to make you stay
Turn around, I’ve lost my ground
Come and rescue me…
I’m b…

Ela tinha-se voltado.
Foi das expressões mais engraçadas que ele viu, um misto de surpresa, choque, pânico e confusão.
Ficaram ambos parados, em silêncio.
Ela era linda, agora que lhe via o rosto, percebia, uns olhos castanhos, cor de chocolate, condiziam com o tom de pele moreno, os lábios carnudos, e um sensual sinal acima do lábio superior, os dentes da frente salientes como os seus, vários e bonitos sinais espalhados quase estrategicamente pela face. Ela estava a não mais de 2 metros, mas ele conseguia perceber uma leve maquilhagem, apenas em redor dos olhos, nenhuma base, apenas a sua cor natural e bonita.
Ela esboçou um tímido sorriso.
Do ponto de vista dela, ele era bem mais alto. Sentiu-se pequena, já o era, mas nesse momento sentia que o seu metro e 57 era muito pouco, ele tinha pelo menos mais 20 centímetros que ela.
O cabelo negro pouco abaixo dos ombros, despenteado, mais do que aquilo que estava habituada a ver nas fotos das revistas ou na internet, pele muito clara, tal e qual ela adorava, que nem um bebé, mas ao contrário do habitual a maquilhagem extravagante estava esborratada.
Mas mesmo assim era exageradamente bonito, lábios delineados, um piercing no sobrolho direito e olhava para ela de uma forma tão doce. Ele era doce. A Rose não tinha reacção, porque raios estaria o vocalista dos Tokio Hotel ali á porta da casa de banho das mulheres, se havia uma sala cheia de fans á espera dele e da banda? Era estranho… e mais estranho ainda era ele estar com a maquilhagem esborratada, uma toalha na mão e o pescoço extremamente vermelho.
Depois daqueles segundos a olharem-se, alguém falou:
- Porquê que paraste?
Bill fez uma expressão de choque, porque não esperava que mais alguém estivesse ali dentro, e depois não percebera o que tinham falado.
A sua primeira reacção foi estender-lhe a mão, não sabia porquê mas queria falar com ela. E não queria ver quem estava na casa de banho, seria demasiado embaraçoso. Ela não chegou a responder á Joana, olhou incrédula para a mão do Bill e em menos de dois segundos reagiu, instantaneamente colocou a sua mão na dele. A primeira coisa que se deram conta naquelas fracções de segundos foi a estranha e divertida diferença de tamanhos das mãos, as dela muito pequenas, femininas, as dele longas, grandes, masculinas, fortes mas suaves.
Saíram do WC, ele puxava-a pela mão, andaram pelos corredores, Rose não fazia ideia para onde era levada, apenas sabia da agradável sensação que era sentir a mão fria dele enroscada na sua, bem mais quente, equilibrando a temperatura.
Andaram um pouco mais, até que chegaram a um local que ela não esperava.
O Palco.
O olhar dela percorria o espaço, fascinado.
Subiram uns degraus, certamente seria por ali que o Bill iria subir essa noite.
Era estranho como eles se entendiam sem proferirem uma palavra.
Ao longe ela viu, uma das guitarras do Tom, linda, branca, uma das suas preferidas.
Quando chegaram ao topo, Bill pegou em algo.
Um microfone.
Olhou para ela. Ligou o microfone, abriu a mão que tinha praticamente raptado dela e passou-lhe o micro.
Rose olhou-o sem entender.
Mas então foi claro, ele sentou-se a admira-la:
- Do you want me to sing?
Ele sorriu levemente.
Ela ia sentar-se ao lado dele, mas aí ele falou, bem baixinho:
- Nein.
A Rose ficou em pé. Aqueles olhos pediam-lhe desesperadamente para cantar, nervosamente aproximou o micro:
- I’m starring at a broken door
There’s nothing left here anymore…
A voz dela, acalmava-lhe a alma, fechou um pouco os olhos, para quem ouvisse, certamente percebia que ela não era a próxima Mariah Carey ou algo do género, mas tinha uma doçura e um encanto de alguém muito superior.
A dor parecia desvanecer-se naquele som, enquanto a ouvia, enquanto a olhava, o coração daquele rapaz estava acelerado, ela era tão bonita, tão serena, apesar dela tremer por todos os lados, afinal estava a cantar para um dos seus ídolos, uma música dele.
- Together we’ll be running somewhere new
Through the monsoon…
Os olhares cruzaram-se, os chocolate e os avelã.
- Just me and you…
Uma lágrima escapou dos olhos cor de avelã, ela parou de cantar, sentou-se imediatamente ao lado dele.
Limpou-lhe a pequena gota que escorria por aquela linda face.
- What’s wrong? – Perguntou-lhe. Ele não conseguia responder, mas também não foi necessário. Bill colocou a sua mão no pescoço, as dores tinham voltado, engoliu em seco, doía-lhe.
Mas aquela rapariga tinha a resposta.
Puxou-o para perto dela, ele entendeu de imediato. Deitou a sua cabeça no colo da rapariga. Ela compreendia perfeitamente o que ele precisava. Pegou na toalha e colocou-a nas costas dele, que só vestia uma t-shirt, o palco estava frio. Acariciou-lhe o cabelo, ele sentia que há muito não estava tão confortável como ali, naquele momento, mesmo com dores e problemas que se avisavam terríveis. Mas a presença dela, aquecia-lhe o espírito.
Muito lentamente sentiu a respiração dela perto da sua face, os lábios dela tocaram a minha testa, num beijo carinhoso, quase maternal.
Logo de seguida, e com leves carinhos no cabelo, ela cantou para ele:
- No one knows how you feel…
Continuou a mexer-lhe nas madeixas, via a respiração daquele corpo de mais de um metro e oitenta, agora a ficar mais lenta, mais calma.
Bill acabou por adormecer.
Ela não se importava minimamente, estava apaziguada com a beleza única daquele ser tão doce, tão frágil, tão especial, num sono finalmente tão pacífico.
- Que belo… - disse Rose.
Contudo nesse momento alguém rompeu por uma das portas a uma velocidade alucinante.
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MensagemAssunto: Re: My All - Cap 5 [A operação]   Dom Dez 14, 2008 11:12 am

Como prometido, aqui estou eu ! 8D
Danie's here, yô.

Bem, bem, eu gostei mesmo muiiiiiitoooooo destes dois primeios capítulos ! *w* Gosto da tua escrita, pois aparenta ser tão simples e, ao mesmo tempo, dinâmica, fazendo-nos ficar tão envolvidos na história. (: O título é apelativo e chamou-me logo à atenção (it's so cuuuuty).

POSTA DEPRESSA, JASMIN. giggle <3
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MensagemAssunto: Re: My All - Cap 5 [A operação]   Dom Dez 14, 2008 12:27 pm

a danie. escreveu:
Como prometido, aqui estou eu ! 8D
Danie's here, yô.

Bem, bem, eu gostei mesmo muiiiiiitoooooo destes dois primeios capítulos ! *w* Gosto da tua escrita, pois aparenta ser tão simples e, ao mesmo tempo, dinâmica, fazendo-nos ficar tão envolvidos na história. (: O título é apelativo e chamou-me logo à atenção (it's so cuuuuty).

POSTA DEPRESSA, JASMIN. giggle <3
Fico tão contente que tenhas gostado!
A sério nada melhor que elogios destes vindos de uma pessoa que sei que escreve tão bem! Obrigada mesmo!
Kiss*
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MensagemAssunto: Re: My All - Cap 5 [A operação]   Dom Dez 14, 2008 12:52 pm

Awww, sempre às ordens ! *blushing* blushes
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MensagemAssunto: Re: My All - Cap 5 [A operação]   Dom Dez 14, 2008 3:26 pm

a danie. escreveu:
Awww, sempre às ordens ! *blushing* blushes
LOL... hi hi hi... Amanha posto outro capítulo.

Aqui fica a Preview do Capítulo 3:
- O Bill pede algo muito importante à Rose
- O Tom fica com dúvidas da decisão do irmão
- A caminho da cura?
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MensagemAssunto: Re: My All - Cap 5 [A operação]   Dom Dez 14, 2008 3:45 pm

Jasmin escreveu:
a danie. escreveu:
Awww, sempre às ordens ! *blushing* blushes
LOL... hi hi hi... Amanha posto outro capítulo.

Aqui fica a Preview do Capítulo 3:
- O Bill pede algo muito importante à Rose
- O Tom fica com dúvidas da decisão do irmão
- A caminho da cura?

O.O
*dies of curiosity*
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MensagemAssunto: Re: My All - Cap 5 [A operação]   Dom Dez 14, 2008 7:14 pm



    ERA O TOM A DIZER 'BACK OFF BIATCH, HE'S MINEEE' threaten

    okparando de ser twincester e entrando no meu mood HET (oics isso existe? só mesmo tu para me fazeres ler het e GOSTAR).

    Anyways, isto está muito bom e tu escreves mesmo bem, só tenho uma coisinha a apontar... NÃO DIGA LOL NO MEIO DOS DIÁLOGOS noes De resto não tenho mais nada a apontar à tua escrita, it's verrrry good ^^ e também te estou a pedir neste momento de joelhos -põe-se de joelhos- para qualquer dia escreveres TWC porque o fandom needs you!

    Spoiler:
     

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MensagemAssunto: Re: My All - Cap 5 [A operação]   Seg Dez 15, 2008 11:52 am

ritalavalerie. escreveu:


    ERA O TOM A DIZER 'BACK OFF BIATCH, HE'S MINEEE' threaten

    okparando de ser twincester e entrando no meu mood HET (oics isso existe? só mesmo tu para me fazeres ler het e GOSTAR).

    Anyways, isto está muito bom e tu escreves mesmo bem, só tenho uma coisinha a apontar... NÃO DIGA LOL NO MEIO DOS DIÁLOGOS noes De resto não tenho mais nada a apontar à tua escrita, it's verrrry good ^^ e também te estou a pedir neste momento de joelhos -põe-se de joelhos- para qualquer dia escreveres TWC porque o fandom needs you!

    Spoiler:
     
Ai mãe do céu, o quanto me ri com este coment! Ai que deu uma vontade de escrever TWC, só para ter coments destes! Estou a babar-me com os teus elogios e estou imensamente feliz por estares a gostar... eu pessoalmente acho que as coisas melhoram com o tempo =D Mas isso vocês é que vão dizer se continuarem a ler, ou seja, se for bom o suficiente.
Ah... por acaso aquele "LOL" também me pareceu um pouco mal, mas nunca mais me lembrei dele... Obrigada por teres falado nisso.
Beijinho Grande***

E aqui vai o 3º.

CAPÍTULO 3 – Live every second


Aquela cara não lhe era nada estranha, Rose reconheceu a pessoa de imediato.
Tom Kaulitz subia as escadas duas a duas, rapidamente.
Rose fez-lhe sinal com o dedo indicador sobre os lábios para ele não acordar Bill. Ele parou.
Bill continuava no seu sono sereno e angelical
Tom não parecia entender o que se passava, baixou-se em frente á rapariga:
- Do you speak english?
- Yes. – Respondeu ela em voz baixa.
- Is he sleeping?
- Yes… – Ela olhou para aqueles olhos tão bonitos, tão similares aos do irmão, transbordavam em preocupação. – What’s wrong with him? Is he sick?
- Yes, but we don’t have sure about what’s happening with him… that’s why he has to go back to Germany, now.
Ela ficou chocada, afinal passava-se algo grave.
Tom fez menção em acordar o irmão, mas Rose levantou a mão, fazendo-o parar:
- I’ll do it… – Disse ela, baixou-se e sussurrou-lhe:
- Bill… – Viu as pestanas dele balouçarem, e lentamente ele abriu os olhos, viu o irmão:
- To-Tom? – Quando olhou para a Rose deu-se conta que tinha adormecido no colo dela, quando a admirou mais uma vez quase correu o risco de ficar parado no tempo mais uma vez, aquele olhar cheio de carinho e agora de preocupação.
- Tens de vir embora, Bill. – Disse-lhe Tom em alemão.
- You have to go, Bill. – Disse Rose, ele olhou outra vez, não queria despedir-se dela. Não queria ir embora sem ela, não queria, parecia que o mundo afastado dela era ainda mais difícil do que aquilo que ele sabia que era.
- Come with me… please… - Rose fez uma expressão de surpresa, ou não tinha percebido aquilo que ele tinha dito, ou então estava a ouvir mal, mas como não tinha problemas de audição, e percebia bem inglês, tinha quase a certeza que tinha ouvido da boca de Bill, algo como “Come with me”.
- What?
- Come with me, please… – Ele falava muito baixinho, e a sua expressão mostrava que tinha muita dificuldade em o fazer, mesmo sendo pequenas palavras. Rose não o queria ver pior, aceitou imediatamente ir com ele, as colegas dela certamente esperariam mais uns minutos por ela.
- Ok, ok… I’ll go with you, but don’t talk please… - Colocou a sua pequena mão na dele, entrelaçaram os dedos, uma nova lágrima desceu por aquele rosto tão masculino, de linhas vincadas e ao mesmo tempo tão delicado.
- Everything is gonna be all right… - Disse ela limpando-lhe as lágrimas.
Ele fungou adoravelmente.
Ela sorriu.
Tom apenas os olhava, estava tão preocupado com Bill.
- Let’s go. – Ela levantou-se, Bill fez o mesmo, mas puxou-lhe o braço.
- Wait. I don’t know your name…
Ela fez o mesmo sorriso tímido.
“Oh não!” Pensou ele. “Será que ela nota o efeito que aquele sorriso tem mim?”
- My name is Rose.
Bill fez uma expressão de deleite total. Mas Tom esperava-os, andaram em direcção á porta, por onde tinha entrado o gémeo de Bill.
Quando Rose se deu conta, estavam a entrar numa sala cheia de gente a falar inglês e alemão demasiado rápido. Não apanhava nadinha.
Contudo no momento exacto em que viram quem tinha chegado, foi um rebuliço, várias pessoas se dirigiram de imediato ao Bill, arrancando a mão dele da dela. Falavam-lhe todas em alemão, entre elas, Rose reconheceu de imediato, Saki Pelka, e ficou surpresa com o tamanho dele, talvez porque só agora se dava realmente conta da altura dos gémeos.
E por falar em gémeos, Rose desviou o seu olhar para Tom.
“Tão…lindo” foram as palavras que se desenharam na sua mente. Era realmente muito bonito, trazia uma t-shirt verde, idêntica a um jogador de basquetebol, dava-lhe pelos joelhos, e escondia os longos braços até ao cotovelo. O chapéu branco brilhava ligeiramente sob a luz branca da sala, segurava as rebeldes e elegantes rastas poisadas nos ombros, tapando parte do longo pescoço. Ele falava nesse momento, movimentando as mãos á medida que os lábios delineavam palavras num alemão sensual, e um olhar triste, preocupado preenchiam-lhe a face tão pálida, mas bonita, de traços masculinos mas ao mesmo tempo suaves como os do irmão. Nesse instante, foi inevitável, os olhos cor de chocolate fixaram-se no piercing, aquele pedaço de metal que fascinava tanta gente. Mudou a direcção do olhar o mais rápido que pode.
Olhou antes para as pessoas com quem conversava Tom Kaulitz, eram elas Georg Listing e Gustav Schäfer, ambos bem mais baixos que Tom, mas mesmo assim vários centímetros acima de Rose.
Ela tinha ficado sozinha, envergonhada, perdida naquele mar de gente que não notava a sua presença.
Mas havia ali alguém que não se esquecia dela.
Bill esforçava-se imenso para tentar explicar algo a uma mulher loira, do staff e tinha o olhar fixo naquela jovem misteriosa da qual sabia tão pouco, mas com quem sentia algo tão especial, tanta afinidade.
Ela sorriu-lhe.
Ele sentiu-se mais calmo, algo nela lhe dava conforto e paz, alento para continuar, prosseguiu o que estava dizer em alemão, fazendo o mínimo de esforço possível.
- Eu quero que ela venha, e não é certamente por falta de dinheiro que ela não pode vir! Pago-lhe 300 viagens de avião em primeira classe para Tóquio se fosse preciso!
- Bill, não é sensato levares uma miúda que não conheces contigo!
- Mas…
- Mas nada disto faz sentido!
- Mas eu quero! – Apesar de Rose não entender nada do que Bill dizia, tinha notado alguma exaltação na sua última frase.
A mulher parecia ter entendido, fixou-o durante mais alguns segundos e depois respondeu:
- Ok, vou pedir mais um lugar.
- Ao meu lado. – Disse ele autoritariamente.
- Ok. – Ela encaminhou-se para fora da sala, já a realizar uma chamada do telemóvel.
Saki colocou um casaco sobre os ombros de Bill e disse-lhe algo, ele anuiu com a cabeça e baixou os olhos para o chão. Andou alguns passos em direcção a Rose.
- Está tudo pronto. – Disse-lhe em inglês, ele tinha realmente um sotaque engraçado.
- Óptimo! Espero mesmo que melhores! Os fãs portugueses estarão cá quando voltares em grande! Eu estarei na primeira fila… mas agora tenho mesmo de ir, as minhas amigas dev… – Não terminou a frase porque ele interrompeu-a.
- Vais aonde?
- Para casa…?
- Mas disseste que vinhas comigo… – A expressão dele passara de alguma felicidade, para pânico e desilusão total.
- E vim… pensei que querias que viesse até aqui…trazer-te, despedir-me…
- Nein… eu quero que venhas mesmo comigo.
Rose ficou estática, perplexa, sem palavras, atónita, chocada. Bill Kaulitz, estava a pedir-lhe para ela ir com ele? Exactamente onde? Porquê? Como?
- Bill de que raio estás a falar?
- Eu preciso da tua ajuda, da tua companhia… eu sei que tens amigos e família cá, mas…
Rose pensava nestas últimas palavras, família? Amigos?
Não tinha propriamente uma vida muito boa em casa. Já amigos tinha alguns, mas eles não iriam ficar aborrecidos com ela, por viajar com o seu ídolo num momento em que ele lhe pedia ajuda.

- Eu vou. – Foi a resposta dela. Se Rose soubesse que a sua resposta teria aquele resultado, já a teria dado á muito tempo. Um sorriso que apaixonava milhares de pessoas neste planeta, brilhou naquela face encantadora, puro, sincero, o sorriso feliz de Bill Kaulitz.
- Já pedi a tua passagem. – Disse ele, agora já voltara a falar muito baixinho, chegando-se mais perto para ela o ouvir. Aquele perfume que vinha dos cabelos dela, era tão doce que quase lhe sentia o gosto.
Tom aproximou-se.
- Então Bill estas pronto? – Disse em alemão.
- Sim… A Rose vai comigo.
Tom fez um ar espantado.
- Vai?
- Sim.
- Porque?
- Porque eu quero.
- Bill, não estas a ser espontâneo de mais?
- Não Tom, depois vais perceber… – Tom não discutiu, sabia que o irmão não era de tomar más decisões, mas ás vezes era espontâneo demais.
Rose sorriu novamente para Bill, ela por um lado estava muito preocupada, mas por outro não cabia em si de felicidade.
Um médico presente no local, examinava Bill novamente antes dele sair:
- You will be all right, don’t worry, ok?
- Yes… – Respondia Bill.
- I told you. – Dizia-lhe Rose, colocando-lhe as madeixas para trás da orelha carinhosamente. Tom olhava-os, pensando que realmente o seu irmão parecia bem melhor com aquela rapariga por perto, e que rapariga pensava ele nesse momento.
Ao contrário do irmão, a sua visão sobre dela, fazia-se do pescoço para baixo.
Seios grandes e firmes, cintura fina, ancas marcadas e um traseiro típico de uma bailarina ou ginasta, coxas grossas mas elegantes, era de estatura baixa, mas as curvas compensavam a altura a menos, e sim tinha uma cara bonita, uns bonitos cabelos, mas aquele corpo, noutro dia e noutro local certamente lhe daria motivo para lançar o seu charme. Bom, mas agora tinha de se despedir do irmão, e esperar ansiosamente que ele ficasse bem.
Sempre muito carinhosa e cuidadosa Rose ficou sempre do lado do Bill, ele não lhe largava a mão em hipótese alguma. Saki tinha arranjado um casaco para ela, que ela mesmo vestira, não estava habituada a mordomias.
Sempre colados, os dois foram transportados numa carrinha de vidros negros, até ao aeroporto e em menos d 10 minutos entraram num avião, não falavam, porque não precisavam, ela era praticamente a porta-voz dele, ele precisava de um cobertor, ela pedia; tinha sede? Ela também pedia água. Tinha sono? Ela dava-lhe o seu ombro.
Tudo isto na vida de 5 pessoas, Rose, Bill, Tom, Gustav e Georg, mas e as fãs que aguardavam noticias ansiosamente?
Bom, essas apenas podiam aguardar por dia 1 de Junho de 2008, só aí poderiam ver os seus ídolos de plena saúde. Mas muito ainda iria acontecer na vida destes 5 até dia 1, teriam de viver todos os momentos, pois ninguém sabia como ia ser depois dali.

Como ia ficar Bill?
O que iria fazer Rose depois?
Que tipo de sentimentos iria surgir entre os dois?
Iria Bill poder cantar novamente?
E Tom, iria lançar o charme sobre Rose? Iria ela corresponder-lhe?
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MensagemAssunto: Re: My All - Cap 5 [A operação]   Seg Dez 15, 2008 12:39 pm



    awwww o teu Bill é tão mimalho como eu o imagino ahahaha
    só dá vontade de o apertar todo e de o raptar! fangirl1
    e o Tom, que taradão hein? a olhar para as mamocas da menina, desabergonhaaaado!
    enfim, quero ver como é q isto vai acabar, estou curiosa, confesso.

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MensagemAssunto: Re: My All - Cap 5 [A operação]   Seg Dez 15, 2008 3:21 pm

ritalavalerie. escreveu:


    awwww o teu Bill é tão mimalho como eu o imagino ahahaha
    só dá vontade de o apertar todo e de o raptar! fangirl1
    e o Tom, que taradão hein? a olhar para as mamocas da menina, desabergonhaaaado!
    enfim, quero ver como é q isto vai acabar, estou curiosa, confesso.
  • ha ha ha
    O Bill gosta de ser um miminho... heart
    dá mesmo vontade de os trazer connosco... e de... *pensamentos twincestianos na mente da jasmin*
    e o Tom é um taradinho... adorável... smooch


fico tão feliz que estejas curiosa!



Chapter's 4 Preview:
  • Chegada á casa dos Kaulitz
  • A noite na casa dos Kaulitz
  • Chegada do Tom a casa
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MensagemAssunto: Re: My All - Cap 5 [A operação]   Seg Dez 15, 2008 3:27 pm

  • eu já li esta fic ou pelo menos parte dela x]


e posso dizer que gosto dela, sabendo que nem sempre comento, mas gosto definitivamente dela. já disse que gosto da forma como avanças com a história e a forma como 'dás vida' ás personagens. sou uma fã tua, mesmo, mesmo =]

a santa on the shoe =*
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MensagemAssunto: Re: My All - Cap 5 [A operação]   Seg Dez 15, 2008 3:33 pm

Embarassed como sou de um extrema e horrivel (diga-se de passagem) curiosidade andei a cuscar outros sitios para ver se tinhas isto postado noutro sitio.... E não é que descobri... boogie


Resultado adorei tudo o que lia até ali ^^

beijos Maggie Black
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MensagemAssunto: Re: My All - Cap 5 [A operação]   Seg Dez 15, 2008 4:14 pm

Bri escreveu:
  • eu já li esta fic ou pelo menos parte dela x]


e posso dizer que gosto dela, sabendo que nem sempre comento, mas gosto definitivamente dela. já disse que gosto da forma como avanças com a história e a forma como 'dás vida' ás personagens. sou uma fã tua, mesmo, mesmo =]

a santa on the shoe =*
  • Ai não posso... és minha fã? fangirl2
    Obrigada mesmo!
    Fico tão, mas tão feliz! Srsly!
    Beijo grande!


Maggie Black escreveu:
Embarassed como sou de um extrema e horrivel (diga-se de passagem) curiosidade andei a cuscar outros sitios para ver se tinhas isto postado noutro sitio.... E não é que descobri... boogie


Resultado adorei tudo o que lia até ali ^^

beijos Maggie Black
  • ohhhhh que querida!!
    Fico muito feliz por isso! E leste tudinho??? O.o
    Thanks!
    eager
    Beijo grande!

    Em breve novo capítulo!
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MensagemAssunto: Re: My All - Cap 5 [A operação]   Sab Dez 20, 2008 11:46 am

CAPÍTULO 4 – Prognostico


(Todas as conversas entre a Rose e pessoas alemãs serão feitas em inglês, aviso aqui para não ter de informar sempre, danke por lerem)


Uma voz, falando em inglês anunciava a aproximação do momento de aterragem. Rose tinha imensas coisa a passarem-lhe pela cabeça nesse momento, mas aquela voz trouxe-a á realidade, Bill dormia confortavelmente no seu ombro.
- Bill? Chegamos. – Disse-lhe ela baixinho.
Ele acordou e voltou a sentir as dores, ela pegou numa garrafa de água e deu-lhe, ele sorriu. Como podia ela saber o que ele precisava, bebeu um pouco, sentiu com desagrado o líquido deslizar pela garganta, tinha tanto medo. Apertou mais firmemente a mão dela na dele. Rose fez-lhe uma carícia no rosto, como que dizendo que ela estava ali, independentemente do que acontecesse. Aterraram pouco tempo depois, para sua sorte não havia fãs no aeroporto, pelo menos eles não tinham visto nenhumas, foram directamente para um hospital particular.
Quando lá chegaram havia uma senhora desesperada á espera deles, imediatamente dirigiu-se ao Bill, nem notando a presença da Rose. Abraçou-o e falou-lhe em alemão, contudo ele não conseguia responder.
- Ele não consegue falar… – Interveio Rose.
A mãe de Bill olhou-a e as lágrimas inundaram-lhe os olhos.
- O médico espera-te… anda meu amor. – Ia dar-lhe a mão, mas Bill não largava a mão de Rose por nada, Simone, mãe do Bill parou durante alguns segundos e falou com o filho:
- Queres que ela venha, Bill?
Ele abanou a cabeça imediata e afirmativamente.
Entraram no consultório, Bill foi examinado pelo médico noutra sala, apesar de se ter mostrado relutante em se afastar de Rose e da mãe.
Passaram longos 20 minutos, em que Rose olhou apenas para as suas mãos, visivelmente envergonhada, preocupada e sem coragem para fixar outro ponto na sala. A mãe do Bill também estava demasiado preocupada com o seu pequeno, sim porque ele iria ser sempre o seu filho mais novinho, para se lembrar de uma desconhecida, estrangeira de quem o seu filho parecia gostar tanto.
Contudo ambas estavam em pânico.
Quando finalmente Bill voltou, acompanhado pelo médico, as duas levantaram-se e mostraram-lhe um sorriso de conforto.
O médico começou a falar em alemão, e Rose simplesmente o ouvia, tentando entender o que ele dizia pelas expressões nas faces de Bill e Simone. Bill encontrava-se sentado entre elas, cada uma das suas mãos, bem aconchegadas entre as mãos das duas.
Rose desesperava por esclarecimentos.
Finalmente o médico parou de falar, mãe e filho levantaram-se, seguidos da jovem portuguesa, sempre colada ao Bill. Nesse momento Simone, fez um sorriso para Rose que não entendeu o porquê, mas retribuiu.
Já fora do consultório a mãe de Bill dirigiu-se á jovem:
- Obrigada por cuidares do meu filho, podes cá ficar o tempo que quiseres… já percebi que ele precisa muito de ti…
Rose não teve resposta, ficou sem palavras depois daquele gesto. Simone era sem duvida uma mulher carinhosa.
Depois de marcarem os exames que faltavam e que Bill iria realizar nos próximos dias, Simone explicou que Bill tinha muito provavelmente um quisto nas cordas vocais, que teria de ser retirado, contudo iriam esperar pelo resultado dos exames. Os três entraram no carro de Simone e dirigiram-se para a casa dos gémeos. Como podia algum dia ela sonhar que uma simples ida a um concerto da sua banda favorita ia levá-la á casa dos gémeos, que tanto admirava.

Chegaram a um portão negro ou talvez de uma cor bem escura, Rose não conseguia perceber, sabia apenas que eram cerca de 5 da manha.
Simone estacionou e os 3 saíram, os prédios eram quase todos de cor castanha, alaranjada, havia algumas árvores, em pequenos canteiros e a porta para onde se encaminhavam era grande e de madeira.
Bill tinha a mão esquerda gelada, com os dedos entrelaçados na mão sempre quente de Rose, ele perguntava-se como isso era possível, a outra mão trazia no pescoço segurando uma camisola, enrolada no mesmo.

Entraram, luzes laterais iluminaram um pequeno hall, discreto, simples mas bonito e o interior da casa era bem mais quente que o exterior.
Mais á frente umas escadas para o 2º andar e dos lados duas entradas, uma do lado esquerdo para a cozinha, toda em mármore negro e do lado direito uma sala, decorada em tons de castanho e vermelho.

Bill puxou Rose para as escadas, parou para responder á mãe e depois esperou que Rose também respondesse:
- Queres um chocolate quente, er…
- Rose. – Respondeu a jovem. – Sim, aceito. – A verdade é que já não comia á varias horas.
Simone seguiu para a cozinha, Bill e Rose subiram as escadas, havia um corredor para cada lado, viraram á esquerda, Bill abriu a porta.
“Uau!” Disse Rose mentalmente, o quarto de Bill era extremamente bonito, os tons preto, laranja e prateado dominavam, era um local moderno, elegante, mas ao mesmo tempo confortável.
- Podes dormir no quarto do Tom, hoje, depois arranjamos outra solução.
- Não te preocupes, Bill, eu fico bem em qualquer lugar… – Ela respondeu-lhe mas nem tinha prestado atenção ao que ele tinha dito, ainda estava demasiado distraída com o quarto. Ele sentou-se no divã aos pés da cama, ela imediatamente retirou as almofadas e puxou os cobertores, preparando a cama para ele se deitar.
- Bem eu espero lá fora para te trocares e trago-te o chocolate, sim?
Ele fez um sorriso tímido, e disse “Okay”, mas ficou visivelmente emocionado, demorou algum tempo até conseguir falar:
- És demasiado perfeita para ser real…
Rose não teve reacção, mas tinha de se mexer, de dizer algo mas não sabia o quê, então aproximou-se dele, lentamente, deu-lhe um beijo na testa e abraçou-o, sentiu os braços dele apertarem-se fortemente á volta da sua cintura. Bill sentia que não queria sair mais dali, nunca mais.
O cabelo dele cheirava tão bem, e ela tinha um perfume de sonho, Bill sentia-se protegido.
Simone admirou os dois pela fresta deixada pela porta, trazia duas chávenas com chocolate quente nas mãos, mas não queria interrompe-los naquele momento.
Quando achou adequado, bateu á porta e entrou depois de ouvir resposta, por parte da Rose.
Bill foi trocar de roupa, na sua casa de banho e voltou de pijama, enquanto isso Rose e Simone conversaram um pouco. Rose decidiu que telefonaria aos seus pais nessa manha, contudo tinha pena de não ter o número da Joana, apenas a tinha conhecido naquele dia e não tinham tido tempo de trocar números. Para não deixar ninguém em pânico ia telefonar a outra fã e pedir-lhe que avisasse a quem a conhecia que tinha voltado mais cedo. Não podia contar toda a verdade, Simone tinha-a alertado para isso, o facto de ter viajado com Bill só aumentaria a especulação sobre o caso o que iria transtornar ainda mais a privacidade de todos.
Bill deitou-se, com o seu amoroso pijama azul, e bebeu o seu chocolate, olhando ora a mãe, ora Rose. Ambas lhe sorriam. Apenas lhe faltava uma pessoa, Tom. O seu gémeo fazia-lhe tanta falta, sentia tanta necessidade de o ter por perto. De uma palavra de conforto, de carinho, daquele olhar que só ele entendia. Mas tinha de descansar, já não se aguentava, e agora vinham as dores de cabeça. A mãe deu-lhe um beijo e esperou por Rose á porta.
- Dorme bem, Bill. – Disse Rose naquele tom doce, que só ela tinha. Beijou-o na bochecha e acariciou-lhe a face, encaminhou-se para a porta, aberta por Simone que disse algo ao filho, vendo o olhar dele:
- Ela fica bem, Bill, descansa.
Fechou a porta.
- Bom… – Disse Simone. – Por hoje ficas no quarto do Tom, depois arranjamos outra solução. E… – Rose tinha a certeza que ela tinha dito mais alguma coisa, mas não conseguiu ouvir o resto.
“Quarto do Tom???”
Aparentemente Rose ouvira bem.
Simone acabara de abrir a porta em frente á do quarto do Bill, um quarto tipicamente de rapaz, tons de cinzento e azul, simples e confortável, um puff gigante em frente ao plasma, também ele gigante e para não contrariar uma cama com dimensões maiores que a maioria, tal como a do Bill, afinal os gémeos tinham 1 m 80 cm.
Um chapéu estava poisado na cómoda, era branco e tinha as letras NY gravadas, na cadeira ao lado da cómoda estava uma t-shirt também ela branca e lisa.
Simone continuara a falar:
- Estas a ouvir-me?
Rose piscou os olhos e fixou a mãe dos gémeos.
- Er…mais ou menos…
Simone ficou apreensiva, não por ela não a estar a ouvir, mas sentiu que algo nos olhos castanhos da jovem portuguesa tinha mudado.
- Er… bom…eu tenho aqui uma t-shirt do Bill, deve-te servir e estes calções do Tom. – Rose, olhou para as duas peças e sorriu, os gémeos eram tão diferentes e o mais engraçado é que isso notava-se em duas simples peças de roupa. Uma t-shirt justa, branca, a ela servia-lhe no limite, ao fim ao cabo Bill tinha os ombros largos mas não tinha mamas, já os calções, Tom tinha a cintura fina, a ela os calções ficavam tipo uns de cintura descaída, mostrando as ancas marcadas e apenas ficavam justos no traseiro, cuja forma fora grandemente influenciado pelos anos de ginástica. Estava mais que confortável naquelas roupas.
Simone despediu-se com um breve boa noite e se precisares de algo avisa-me, estou no fundo do corredor, porta da direita.
“Danke shön” disse Rose, arrancando um sorriso á mãe dos gémeos.
Rose ficou sozinha, naquele quarto.
Olhou a t-shirt branca mais uma vez.
Aproximou-se.
Pegou nela.
Inalou o perfume
Fechou os olhos com força.
Processando e memorizando o momento.
Eram gémeos.
Mas o perfume era diferente.
Não sabia bem como, mas imaginava que o perfume de Tom fosse aquele.
Uma mistura de algo doce, com um toque masculino e quente. E agora identificava o cheiro no quarto. Pousou a t-shirt. Olhou para a cama.
Deitou-se, estava exausta, adormeceu rapidamente, o cansaço e o perfume, embalaram-na. Não teve sonhos, pelo menos que se recordasse de manha.

____________________________________________

Era de manha, finalmente chegava a casa, exausto, tenso e preocupado.
Ansiava por novidades.
Abriu a porta, e subiu rapidamente as escadas.
Estariam todos a dormir.
Abriu a porta do quarto do Bill, o seu irmão dormia, voltou a fechar a porta devagarinho.
Andou mais um pouco, a mãe também dormia.
Só lhe restava descansar um pouco também.
Entrou no seu quarto e pensou ter uma visão.
Uma jovem, morena, dormia na sua cama. Os cabelos encaracolados, caídos sobre as suas costas, os braços pousados ao lado do tronco, e um sono intocável.
Lembrava-se perfeitamente dela.
Rose.
Era o nome dela.


Última edição por Jasmin em Sab Jan 03, 2009 10:41 am, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: My All - Cap 5 [A operação]   Sab Jan 03, 2009 10:41 am

Bom... estou um pouco triste porque pouca gente veio comentar e o último capítulo não teve comentários, mas como acabei de descobrir que esta fanfic está na lista de possíveis nomeadas para melhor fanfiction em progresso...
Fui ao FanFiction Awards para votar numa fic que gosto e deparei-me com:
"My All - Jasmin"
e fiquei:
O.o

Não fazia ideia...
Até fiquei emocionada, porque para além de esta fic ser muito importante para mim, nunca imaginei ser possível alguém se lembrar dela. Mas só de lá estar o meu nome já fico contente.
E já que lá está, porque não votar?... hi hi hi....LOL (Só um cliquezinho não custa muito...xD)
Spoiler:
 

Bem, Obrigada a quem lê e comenta!
Significa muito para mim!

E por isso resolvi postar mais um para ver se por aqui alguém gosta do meu bem mais precioso.
Aqui vai...


CAPÍTULO 5 – A Operação



Tom ficou a olhá-la durante algum tempo. Não era a primeira vez que tinha uma mulher deitada na sua cama, mas era a primeira vez que nada acontecia entre ele e essa mulher.
Pousou a mochila e aproximou-se, ela continuava a dormir, uma expressão serena e única.
Longas pestanas negras, levemente pousadas sobre face de tonalidade morena, os lábios carnudos, ligeiramente afastados, deixando passar o ar da sua suave e pacifica respiração.
Agora que reparava melhor nela, dava-se conta que era bem mais bonita do que tinha notado em Portugal.
Ela mexeu-se.
Ele assustou-se.
Saiu do quarto o mais rápido que pode.
Ficou durante uns segundos á porta, tentando perceber se ela tinha acordado.
Tinha a sua respiração acelerada, e não queria de maneira nenhuma que ela pensasse que ele a estava a espiar. Ao perceber que não havia barulho, desceu as escadas e foi á cozinha, desta vez encontrou a mãe que o abraçou de imediato.
Tom despejou todas as perguntas que queria ver respondidas sobre a saúde do irmão, e no final a mãe tinha feito aliviar um pouco o nó que tinha na garganta, dizendo-lhe que Bill ficaria bem no final de tudo.
Pouco tempo depois Rose descia envergonhada as escadas e entrava na cozinha, viu Simone e falou-lhe:
- Bom dia, er… o Bill acordou… e diz que…er… tem fome…
- Óptimo! – Respondeu-lhe a mãe Kaulitz – Vou-lhe preparar o pequeno-almoço. Fazes-lhe companhia enquanto preparo?
- Claro que sim! – Respondeu ela, sorriu e virou-se, contudo esbarrou contra alguém bem mais alto.
Era o Tom.
Tinha um ar cansado e estava sem chapéu, olharam-se uns milésimos de segundo e ela disse:
- Bom dia. – Contornou-o e subiu para o segundo andar a todo o gás. Nem sabia se ele tinha respondido.
Tom ficou meio aparvalhado, olhando as costas da mãe que nem se tinha dado conta deste estranho encontro. Dirigiu-se a Simone, também estava cheio de fome.
Os dias que se seguiram passaram-se quase sempre da mesma forma, contudo no próprio dia Simone levou Rose a comprar algumas roupas, deu-se conta que a jovem comprara o estritamente necessário, e o mais económico, calças de ganga, algumas camisolas (na Alemanha fazia menos calor que em Portugal), dois pares de sapatilhas (umas brancas e umas pretas) e roupa interior.
A verdade é que Rose não se sentia á vontade para gastar o dinheiro que não era seu, apesar de Bill ter insistido para que ela levasse o seu cartão de crédito, e ela recusara, preferiu que Simone a acompanhasse e a mãe dos gémeos pagasse.
Nessa mesma manha telefonara para Portugal, os seus pais tinham reagido mal, mas ele tentou dissuadi-los ao máximo com muito custo, talvez mais tarde mudassem de ideia.
Quanto á colega foi simples, apenas disse que ocorrera um imprevisto e ficou 20 minutos a ouvi-la contar tudo sobre o cancelamento do concerto, sem poder dizer-lhe que sabia tudo em 1ª mão.
O resto do dia foi passado no hospital, a fazer exames.
Até àquele momento tinham conseguido passar despercebidos aos fotógrafos e jornalistas, portanto a presença de Rose era ainda desconhecida.
Outra pessoa que só via uma única coisa nesse momento era Tom. Não havia mais nada para ele que não fosse, Bill, Bill, Bill… era difícil perceber quem cuidava mais do vocalista, se era a portuguesa ou o irmão.
As únicas frases que Tom e Rose tinham trocado eram do género: “sim”, “não”, “por favor”, “passa-me a Coca-Cola, por favor” e “onde está o Bill?”, isto durante dias seguidos.
Rose dormia agora no quarto de hospedes que tinha sido modificado quase instantaneamente na tarde do primeiro dia enquanto eles estavam no hospital.
Quanto á situação do Bill acabara por ficar definida com os resultados dos exames. Ele teria de ser operado e após a operação ficaria 10 dias sem falar, para que ocorresse a reparação total das suas cordas vocais.

_______________________________


No dia da operação todos acordaram cedo, tinham de chegar ao hospital uma hora antes, o nervosismo estava espelhado nos rostos de todos, mas os mais nervosos eram sem dúvida, Tom, Bill e Rose. O guitarrista e a portuguesa acompanhavam Bill tão de perto que ele quase tropeçava nos dois.
Quando chegaram, despediram-se de Bill que deu um forte abraço a Rose.
- Tudo vai correr bem, Bill. – Ela aproximou-se mais dele e disse: Turn around I’m here…
Ele olhou-a e sorriu, com aquela expressão angelical e aquele sorriso maravilhosamente querido e doce. Aproximou-se, mas ela baixou-lhe a face de forma a beijar-lhe a testa. Bill ficou sem perceber se ela fugira ou não tinha entendido a intenção dele.
Logo de seguida Tom falou.
- Georg e o Gustav estão aqui.
Bill largou Rose e viu com satisfação os seus companheiros da banda, deu um abraço a cada um, á mãe e por fim ao Tom.
Um amor inigualável transbordou naqueles segundos em que os gémeos se abraçaram, era quase palpável no ar o sentimento entre os dois.
Bill acompanhou o enfermeiro e os que estavam na sala de espera distribuíram-se pelos sofás, excepto Tom, que ficou de pé olhando pela janela.
Aquela expressão séria era pouco habitual, não era a expressão de quando se está a tratar de um assunto sério, era um ar amedrontado, tenso e ansioso.
Passaram 10 minutos, Rose tinha o olhar fixo no chão, Simone conversava com Gustav, enquanto Georg tentava arrancar algumas palavras da boca de Tom.
Mais 10 minutos, nesse momento, um rapaz muito loiro entrou na sala, disse “Guten Morgen” e dirigiu-se a Tom.
Rose tinha a impressão que o conhecia e depois de olhá-lo alguns segundos lembrou-se: Andreas! O melhor amigo dos gémeos.
Ouviu-o falar com Tom em alemão durante algum tempo, mas o seu pensamento estava no Bill, poucos minutos depois Andreas saiu.
Finalmente aproximava-se a hora prevista para o fim da operação, desta vez Tom estava a beber um pouco de água, Gustav e Georg estavam sentados no sofá, Simone estava á beira da porta da sala de operações e Rose espreitava pela janela.
O médico abriu devagar a porta, para não os assustar, mas como é óbvio todos olharam imediatamente, sendo que Georg e Gustav levantaram-se, Tom pousou o copo e Rose aproximou-se mais um pouco.
Duas mãos de pessoas diferentes naquela sala, fecharam-se uma na outra.
O doutor fixou os olhos na expressão de pânico e ansiedade da jovem e disse algo em alemão que ela entendeu perfeitamente.
- Tudo okay! – E sorriu. O alivio e a alegria percorreram todos, as mãos de Rose e Tom separaram-se em milésimos de segundo, como se ambos tivessem apanhado um choque.
Tom abraçou a mãe e de seguida Gustav e Georg, ambos sorriam.
Simone abraçou Rose emotivamente.
- Vais continuar cá? – Foi mais um pedido do que uma pergunta.
- Se o Bill quiser, claro que sim.
Um sorriso formou-se nas faces das duas mulheres, ambas sabiam que Bill queria Rose o mais perto possível.
Poderiam ver Bill em mais ou menos meia hora, portanto ficaram todos por ali, a aguardar.
Só naquele momento Rose foi devidamente apresentada a Gustav e Georg, a ligação e simpatia com os dois foi imediata. Aquela meia hora passou rapidamente, agora que a tensão fora substituída pelo alívio.
Com a ansiedade de ver Bill, nem Rose nem Tom se lembraram daqueles breves segundos que as suas peles se tocaram, quando se voltassem a lembrar daquilo, iriam dar-se conta da espécie de corrente eléctrica que extravasara daquele contacto.
Mesmo não podendo emitir nenhum som, foi muito perceptível a alegria do vocalista.
O irmão foi o primeiro a chegar perto dele, com grande sorrisos abraçaram-se, seguiu-se a mãe, Georg e Gustav, depois ficaram todos parados, os três últimos olhavam descaradamente para Rose, que não se tinha mexido.
Só ao fim de alguns segundos ela entendeu que podia avançar, era como se ainda não se sentisse parte daquela família e nesse momento todos, até mesmo Tom lhe dessem carta branca para se aproximar do menino de ouro daquele núcleo.
Ela deu alguns passos e instantaneamente, Bill quase saltou da cama, deu um abraço apertadíssimo a Rose, ela correspondeu, abrindo um sorriso enorme e olhando emocionada para Simone.
Ele ia ficar bom.
Tinha apenas que passar 10 dias sem falar ou emitir sons.
Depois disso, algum treino específico para poder voltar a cantar.
Bill ia passar essa noite no hospital.
Voltaram os 3 a casa, Tom conduzia, Rose ia atrás e Simone á frente, conversando com o filho.
Já em casa, completamente por acaso, Rose e Tom trocaram olhares, a memória das mãos surgiu na mente dos dois, envergonhados depressa olharam em outras direcções e continuaram o que estavam a fazer, Tom foi para o quarto e Rose ficou a fazer companhia a Simone.
Nenhum dos dois tinha explicação para aquelas situações estranhas, portanto preferiam não falar nem pensar nisso.
No dia em que Bill voltou a casa, aconteceu aquilo que há muito tentavam evitar, os fotógrafos captaram imagens de Rose e Bill á saída do hospital, para além da noticia sobre a operação com sucesso, as capas dos jornais alemães e alguns estrangeiros encheram-se de especulações e rumores, mas nada muito agressivo para já. Pois não voltaram a aparecer em público mais vezes naqueles dias.
Ao fim dos 10 dias, Bill resolveu fazer um vídeo especial para acalmar e agradecer aos fans, que tanto apoio tinham dado e tanto o acarinharam naqueles momentos complicados.
A partir desse dia tudo começava a tomar forma.
Tom e Rose já trocavam mais algumas frases mais complexas, mas nunca mais tinham-se tocado, nem com um milímetro das suas peles.
Bill e Rose estavam tão próximos que se a imprensa os visse anunciariam em breve o seu casamento (visto que a imprensa tablóide acrescenta sempre 1000 pontos á historia), se eles descobrissem que Rose tirava as pevides da melancia para Bill comer, os tablóides diriam que os dois já se tinham casado em segredo.
Rose, Georg e Gustav eram agora praticamente os melhores amigos, ambos pediam conselhos a Rose e ambos eram excelentes ouvintes.
Os 5 estavam numa tarde, divertidos no estúdio, Gustav e Rose faziam das suas, ninguém conseguia pregar partidas como eles.
Tom tocava guitarra e Georg lia uma revista, Bill aquecia a voz.
Nesse momento a guitarra de Tom parou.
Ele estacou, olhando a sua Gibson em choque, não se deu conta á primeira.
Passado alguns segundos de susto total, viu o fio desligado.
Olhou para Gustav e Rose que se tinham sentado discretamente e liam uma revista de pernas para o ar.
- Ha ha ha… – Riu-se em tom irónico. – Que engraçados… – Disse ele. Fez uma careta, levantou-se e ligou o cabo.
Continuou a não funcionar.
Olhou para eles.
Eles baixaram a revista, que por acaso era a playboy (Tom tinha comprado só para fazer a empregada do quiosque rir-se) e depois os 5 tinham entrado a correr no jipe por causa dos paparazzi.
Ele estava a ficar passado, só quando viu Georg olhar para a coluna, percebeu que eles tinham mexido no cabo da coluna, o da guitarra desligado era só para o despistar.
Gustav e Rose desataram a rir-se, acompanhados de Bill e Georg. Adoravam implicar com Tom.
Mas o mais emocionante e marcante daquela tarde aconteceu a seguir.
Bill estava a recomeçar a cantar, contudo agora algo ia ser muito diferente.
Algo ia mudar, algo ia tornar todos aqueles momentos mais inesquecíveis.
Algo ia levar aquela banda ainda mais longe.
Algo ia marcar ainda mais as vidas daqueles quatro rapazes e daquela rapariga, cuja vida tinha sofrido uma volta de 180 graus porque cantara um trecho de uma música na casa de banho de um pavilhão.
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MensagemAssunto: Re: My All - Cap 5 [A operação]   Sab Jan 03, 2009 2:27 pm

Só agora é que li esta fic.. E tou gostar muito!

Até já votei em ti.. Wink


Bom, quando puderes, posta mais um capítulo!

biggrin


Kisses*

blowkiss
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MensagemAssunto: Re: My All - Cap 5 [A operação]   Sab Jan 03, 2009 2:30 pm

Peter_Inc escreveu:
Só agora é que li esta fic.. E tou gostar muito!

Até já votei em ti.. Wink


Bom, quando puderes, posta mais um capítulo!

biggrin


Kisses*

blowkiss
ohhh obrigada!
ainda bem que estás a gostar!
No capítulo um postei agora o trailler, que fiz da fic.
Passa lá se quiseres.
Beijinhos
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Peter_Inc
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MensagemAssunto: Re: My All - Cap 5 [A operação]   Sab Jan 03, 2009 4:03 pm

Também adorei o trailler!!

clap
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